Bem-vindo, (entrar) | www.radioriovermelho.com.br
 
   
 
       
 
 
 
 
Início > Últimas notícias > 11/09/2019 09:50
   
 

  Servidores da Educação aprovam estado de greve em Goiás

Rafael Oliveira
www.emaisgoias.com.br Foto: Divulgação/Sintego

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego), Bia de Lima, reivindica com o Governo de Goiás o cumprimento de vários reajustes que a categoria não recebe desde 2018, mesmo com previsão constitucional. Na tarde de terça-feira (10/09), os servidores presentes numa reunião na Assembleia Legislativa (Alego) aprovaram um estado de greve em Goiás, depois de os deputados aprovarem, em primeira votação, a chamada “PEC da Educação”, responsável por mudanças no orçamento da Educação Básica, considerada prejudicial pelo Sintego. A Secretaria Estadual de Educação (Seduce) foi procurada, mas até o fechamento a resposta não foi encaminhada.

Para não inviabilizar as negociações com a Governadoria, o estado de greve não definiu um prazo para que o Executivo acate ou não as reivindicações. São três, as principais: pagamento do piso salarial previsto em legislação federal, pagamento da data-base aos servidores administrativos e a assinatura de 800 progressões de carreira, que, inclusive, são pré-requisitos para a aposentadoria desses mesmos servidores. O reajuste salarial pedido é de 4,17% e a progressão, para 1.612 professores.

“A greve está nas mãos do governador. Estamos trabalhando a greve com as escolas. Se não acaterem vai parar tudo, todas as escolas, e por tempo indeterminado, o que vai prejudicar o ano letivo dos alunos”, acentua Bia de Lima. Existem, atualmente, 1.044 escolas no Estado e cerca de 500 mil alunos matriculados.

Negociação com a categoria

Na segunda-feira (09/09), o Sintego se reuniu com o alto escalão do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e autoridades do Estado. O encontro tratou da “PEC da Educação” e dos reajustes salariais.

O discurso do governo, segundo Bia de Lima, é de que o reajuste do piso será pago somente àqueles que ainda recebem valores abaixo dele: R$ 2.557,74. Demais profissionais ficam sem o aumento. Para Bia, isso achata a carreira e “sem progressão de nível, não há incentivo e estímulo para a formação e qualificação dos professores”.

As principais reivindicações dos servidores estaduais da Educação são:

1 – Pagamento do piso salarial previsto na Constituição Federal;

2 – Pagamento da Data-Base para os servidores administrativos, que se acumula entre 2018 e 2019;

3 – Progressões de carreira para cerca de 800 profissionais que esperam a assinatura do governador para se aposentarem;

4 – E a derrubada da “PEC da Educação”, que reduz os recursos vinculados do setor de 27% para 25%, segundo o Sintego, incluindo os 2% da Universidade Estadual de Goiás nos 25% da Educação Básica, aprovada pela Assembleia Legislativa na tarde de terça-feira (10/09).

   
 
   
  Voltar
   
  Mais notícias
   
  Vale é condenada a pagar R$ 11 milhões por quatro mortes em Brumadinho

Mais de 69 mil acidentes com mortes e feridos foram registrados nas rodovias federais em 2018

Ministério da Saúde registra 570 novos casos de sarampo no Brasil

Silvânia tem 170 casos confirmados de dengue em 2019

Técnica em enfermagem é presa suspeita de falsificar e vender atestados médicos para presos em Inhumas

Goiás tem confirmados quatro casos de sarampo

Preso suspeito de pelo menos 47 estupros em Goiás

Ministério Público de Vianópolis promove Mostra Cultural Bem Educar

Prefeitura de Silvânia promove evento para apresentar cardápio do 1º Festival Gastronômico da Estrada de Ferro

Juíza de Silvânia suspende recebimento de projetos de entidades interessadas em recursos da Conta de Execuções Penais

Ver todas as notícias


 

Ouça

 

Assista

 
  Participe
Seu nome:
 

Seu comentário:

 
 
 
  Peça sua música
Seu nome:
 
Cidade/Estado:
 
Sua música:
 
Manda para:
 
 
 
  Redes Sociais
 

 
 
   
 
  © Copyright 2012-2019 - Rádio Rio Vermelho - Todos os direitos reservados

A Rádio | Notícias | Programação | Comercial | Equipe | Contato