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Início > Últimas notícias > 09/05/2019 11:46
   
 

  Ex-funcionário do Banco do Brasil de Silvânia é preso em operação que apura desvio de recursos da instituição

Márcia Sousa/Célio Silva, com informações do Portal G1
Da Redação Foto: Divulgação


A Polícia Civil do Distrito Federal deu início, na manhã desta quinta-feira (9), a uma megaoperação em oito estados e no DF para prender suspeitos de desviar quase R$ 30 milhões do Banco do Brasil entre 2017 e 2018.

Até as 10h30, 15 pessoas já tinham sido detidas. Entre elas, está um ex-funcionário da agência do Banco do Brasil de Silvânia. O homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso no bairro São Sebastião, em Silvânia. 

De acordo com informações do repórter Paulo Renner, da Rio Vermelho FM, a gerência do BB de Silvânia não informou qual foi o período em que o ex-funcionário trabalhou na agência, mas afirmou que já não faz mais parte do quadro de funcionários do banco. Além de ser preso pela Polícia Civil, o ex-funcionário suspeito de fazer parte do esquema de fraude no BB, teve suas contas bloqueadas e documentos recolhidos na operação.

O delegado da Polícia Civil, Leonardo de Castro, de Brasília, um dos coordenadores da megaoperação, em entrevista ao Giro da Notícia desta quinta-feira disse que a prisão do suspeito contou com o apoio dos agentes da Polícia Civil de Silvânia. Ele afirmou que o ex-funcionário foi conduzido em prisão temporária e com ele foram apreendidos dois veículos, um aparelho celular e outros objetos que serão investigados.

O delegado informou que o cidadão preso em Silvânia foi demitido do Banco do Brasil após a instituição descobrir a fraude e denunciar às autoridades policiais.

Megaoperação

Ao todo, a investigação deve cumprir 17 mandados de prisão temporária e 28 de busca e apreensão em Pernambuco, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e no DF até o fim do dia.

Segundo a polícia, quando o cliente do banco quitava a dívida após contato com a terceirizada, o Banco do Brasil, automaticamente, pagava uma comissão. Só que, em alguns casos, o sistema apresentava inconsistência – uma espécie de erro técnico – e o pagamento tinha que ser feito manualmente por um servidor.

Dessa forma, o banco pagava um valor a mais para a prestadora de serviços e "recebia de volta um valor de propina", apontou a investigação.

Os policiais civis identificaram que um dos responsáveis por esse pagamento, à época, chegou a receber R$ 4 milhões em créditos ao longo de dois anos. O suspeito foi demitido pelo próprio banco em janeiro. Um outro ex-funcionário também teria recebido R$ 900 mil na conta. A operação foi batizada de Crédito Viciado.

A operação é feita pela Coordenação de Combate ao Crime Organizado (Cecor) e envolve 140 agentes da unidade e de outras delegacias no país.


   
 
   
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