Bem-vindo, (entrar) | www.radioriovermelho.com.br
 
   
 
       
 
 
 
 
Início > Últimas notícias > 09/05/2019 11:04
   
 

  Menino que não teve assistência de anestesista e pediatra ao nascer deve ser indenizado em R$ 180 mil, em Vianópolis

Vanessa Martins, G1 GO
www.g1.com Foto: Google Imagens


Uma família de Vianópolis deve receber R$ 180 mil de um hospital e um médico como indenização 11 anos depois de a mãe fazer o parto sem ter assistência de anestesista e pediatra. Segundo a decisão, por causa da falta de assistência desses médicos na cesárea, hoje a criança não fala, não anda e precisa de cuidados constantes.

No processo, o hospital e o médico obstetra que fez o parto contestam a versão da família e dizem que o neném nasceu em boas condições de saúde de um procedimento sem qualquer intercorrência. O hospital também defendeu que a paciente não contratou o serviço de pediatria, apenas a cesárea.

A reportagem não conseguiu contato com o hospital e com o médico que são réus da ação para pedir um posicionamento sobre o caso.

A juíza Marli de Fátima Naves determinou o pagamento de indenização à família porque entendeu que o hospital e o médico assumiram riscos ao fazer o parto sem a presença de pediatra de anestesista na sala.

Ao dar a sentença, a juíza disse ainda que “os prejuízos de ordem imaterial, inerentes a dignidade, honra e reputação da vítima” foram causados pela ausência do pediatra na sala de parto. Segundo ela, essa ausência retardou o diagnóstico precoce e que o atendimento adequado poderia ao menos minimizar as consequências.

Problemas no parto

A mãe disse que entrou com o processo porque teve uma gestação normal, tendo feito exames com 7, 20 e 31 semanas que não indicaram qualquer problema de saúde no bebê, mas que, por causa da falta de assistência no parto, o filho teve sequelas irreparáveis.

Conforme relato da mãe no processo, ela fez a cesárea só com a presença do obstetra e de uma auxiliar de enfermagem, diferente do que o hospital tinha informado, de “que a presença dos profissionais especializados seria a garantia de sucesso do procedimento, especialmente do pediatra”.

Também segundo depoimento da mãe, o filho nasceu sem chorar, vomitando e com fezes. Ela disse ainda que três dias depois do parto, quando já estava em casa, o bebê entrou em coma.

Ainda na decisão, a mulher conta que levou o bebê a outro hospital, onde ele foi diagnosticado com um acúmulo anormal de sangue entre o cérebro e o crânio e operado, mas ainda precisou ficar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pelos dois primeiros meses de vida.

A mãe também disse no processo que desde então o filho tem sequelas e precisa de cuidados constantes. Por causa disso ela não pode trabalhar para cuidar da criança.


   
 
   
  Voltar
   
  Mais notícias
   
  Acidentes de trânsito ferem mais de 400 pessoas por dia, no País

Governo autoriza o dobro de nomeações de aprovados no concurso da Polícia Federal

ProUni abre inscrições no dia 11 de junho para bolsas no 2º semestre

Theresa May renuncia ao cargo de primeira-ministra do Reino Unido

PRF apreende carga de cigarro irregular avaliada em R$ 4 milhões, em Jataí

Administração em Ação oferece vários serviços gratuitos para a população neste sábado na UEG de Silvânia

Servidores da Secretaria Estadual de Educação são suspeitos de fraudar obras de escolas em Goiás

Coopersil de Silvânia comemora 20 anos de fundação

Aeronave do GRAER faz policiamento preventivo na 47ª Companhia da Polícia Militar

Previ Cidade de Silvânia encerra atividades

Ver todas as notícias


 

Ouça

 

Assista

 
  Participe
Seu nome:
 

Seu comentário:

 
 
 
  Peça sua música
Seu nome:
 
Cidade/Estado:
 
Sua música:
 
Manda para:
 
 
 
  Redes Sociais
 

 
 
   
 
  © Copyright 2012-2018 - Rádio Rio Vermelho - Todos os direitos reservados

A Rádio | Notícias | Programação | Comercial | Equipe | Contato
Desenvolvido por DMM Web