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Início > Últimas notícias > 16/01/2019 08:02
   
 

  Justiça de Goiás nega habeas corpus e mantém João de Deus preso

Silvio Túlio e Murillo Velasco
www.g1.com Foto: Reprodução TV Anhanguera


A Justiça de Goiás negou, nesta terça-feira (15), o pedido de habeas corpus feito pela defesa do médium João de Deus, preso e denunciado por crimes sexuais durante tratamentos espirituais. Com a decisão, o médium continua no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde está preso há 30 dias.

O juiz substituto Sival Guerra Pires, um dos cinco julgadores e que havia pedido vista para analisar o processo, emitiu parecer contrário à liberdade do médium. Essa posição já era a mesma sustentada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) e pelos outros quatro desembargadores que integram a corte.

Em seu voto, Pires ponderou os argumentos da defesa, de que João de Deus tem a saúde debilitada e que está com os bens bloqueados, o que poderia motivar uma medida alternativa à prisão. No entanto, sustentou que pelo "contexto de gravidade" dos elementos probatórios, os quais indicam uma grande quantidade de crimes e durante muito tempo, sua posição era a de manter João de Deus preso.

Foi a segunda reunião da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) para analisar o caso. Nesta sessão não houve sustentação oral das partes. A promotora Gabriella Clementino e um advogado do escritório Alberto Toron, defensor do médium, que não quis citar seu nome, acompanharam a sessão, mas nenhum falou com a imprensa.

Início do julgamento

Uma sessão já havia ocorrido na última quinta-feira (10). Porém, havia sido suspensa após o juiz substituto Sival Guerra Pires, um dos cinco julgadores, pedir vistas para ter mais tempo para analisar o processo. No dia 18 de dezembro do ano passado, o desembargador Jairo Ferreira Júnior negou o pedido em caráter liminar.

O advogado do médium, Alberto Toron, recorreu, e a corte passou então a julgar o mérito.

Na ocasião, o MP emitiu um parecer contrário ao habeas corpus. O relator do processo, Nicomedes Domingos Borges, acompanhou a posição do órgão e votou contra a liberdade do médium. Outros três desembargadores, Itaney Francisco Campos, José Paganucci Júnior e o presidente Ivo Fávaro seguiram a mesma posição do relator.


   
 
   
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