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Início > Últimas notícias > 22/05/2018 08:28
   
 

  Delegado afirma que podem existir mais vítimas de golpe milionário aplicado por pastor de Leopoldo de Bulhões

Márcia Sousa
Da Redação Foto: Polícia Civil de Goainésia

O delegado da Polícia Civil de Goianésia, Marcos Antônio Maia Júnior (foto), afirma que o número de vítimas do golpe milionário aplicado por dois pastores, sendo um de Leopoldo de Bulhões, pode ser maior. Até o momento, 30 pessoas garantem ter sido lesadas em R$ 15 milhões.

De acordo com Marco Antônio, as vítimas identificadas até agora são da região de Goianésia. No entanto, ele acredita que com a repercussão da prisão dos envolvidos, o número de pessoas lesadas pelo golpe deve aumentar. Inclusive, ele disse que um morador de Uruaçu já procurou a delegacia de Goianésia afirmando que também foi vítima do golpe.

Marco Antônio afirmou que os envolvidos continuam em prisão provisória, mas que será pedida a prisão temporária. Eles devem responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais.

Prisão

Osório José Lopes Júnior, de 38 anos, conhecido como Pastor Osório, foi preso na sexta-feira, 18 de maio, em sua residência em Leopoldo de Bulhões, durante a Operação Habacuque,  deflagrada pela Polícia Civil do Estado de Goiás. Muito conhecido em toda Região da Estrada de Ferro, Pastor Osório fundou em Leopoldo de Bulhões, cidade onde mora, uma ramificação da Assembléia de Deus, Ministério das Missões.

Além de Osório José Lopes Júnior, um outro pastor, identificado como Alencar e uma terceira pessoa, o fiel Adilson Ney Lopes, também foram presos durante a Operação.

De acordo com a Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO), o grupo é investigado por ter lesado cerca de 30 pessoas em R$ 15 milhões, principalmente na região de Goianésia. Segundo o responsável pela operação, delegado Marco Antônio Maia Júnior, os suspeitos diziam que tinham um título da dívida agrária e precisavam captar dinheiro para bancar custos.

"O golpe funcionava da seguinte maneira. Os pastores afirmavam que possuíam um título da dívida agrária no valor de mais de R$ 1 bilhão e que precisavam captar dinheiro para bancar alguns custos pra receber o crédito. Então eles buscaram captar esse valor entre as vítimas com a promessa de que os investidores receberiam até vinte vezes mais que o valor investido. ", contou o delegado.

Em alguns casos, moradores da região chegaram a vender a própria casa para ajudar os pastores e fazerem o “investimento”. À polícia, a dupla alegou que havia ganhado um título de R$ 1 bilhão, mas precisava reunir fundos para conseguir recebê-lo.

   
 
   
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