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Início > Últimas notícias > 10/02/2018 09:20
   
 

  Vereador é preso suspeito de mandar matar radialista em Edealina

Paula Resende, G1 GO
www.g1.com Fotos: Facebook/Reprodução / Polícia Civil/Divulgação


O vereador José Eduardo Alves da Silva (PR) foi preso nesta sexta-feira (9) suspeito de mandar matar o radialista Jefferson Pureza Lopes, de 39 anos, em Edealina, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Civil, ele planejou o crime por questões políticas e por a vítima ter se relacionado com a ex-mulher dele. O político nega.

"O motivo foi um misto de questões políticas com passional. Ele vinha carregando a vontade de eliminar a vítima e o estopim foi quando descobriu que a ex-mulher tinha se relacionado com o radialista", explicou o delegado responsável pelo caso, Quéops Barreto.

Outros dois homens e um adolescente também foram detidos suspeitos de envolvimento no crime. Nenhum dos presos foi apresentado à imprensa.

Lopes foi encontrado morto em 17 de janeiro, na casa em que morava, com três tiros no rosto. O radialista era conhecido por conduzir programa de rádio polêmico na cidade.



Investigação

Após a morte de Lopes, a Polícia Civil montou uma força-tarefa para investigar o crime, o que resultou na Operação Nuntius, realizada na manhã de sexta-feira, 09. A ação contou com 20 servidores das delegacias de Edealina, Acreúna, Rio Verde e do setor de inteligência.

De acordo com a investigação, o caseiro Marcelo Rodrigues Santos, de 39 anos, era amigo do vereador e intermediou o contato entre os executores e o mandante. Ele foi preso na fazenda em que trabalha, em Edealina.

Já os supostos executores foram localizados em Aragoiânia. Um deles é o dono de um lava a jato da cidade, Leandro Cintra da Silva, de 23 anos, e o outro é um adolescente de 17 anos.

Ao delegado, o vereador alegou que já havia planejado matar o radialista em duas ocasiões, sendo a primeira em janeiro de 2017, quando foi descoberto e desistiu de ordenar o crime. A segunda vez que o político pensou em matá-lo foi em dezembro do ano passado, após descobrir que a mulher, de quem tinha se separado em novembro, havia se relacionado com o rival. Apesar das tentativas, ele negou ter concluído o plano.

A Polícia Civil tem 30 dias para concluir o inquérito. Segundo o delegado, ainda é preciso esclarecer a dinâmica do crime.

Ameaças

Amigo do radialista, o agropecuarista Márcio Carlos de Souza, 36 anos, disse que a vítima era ameaçado de morte por ligações anônimas.

“Ele recebia ligações anônimas de pessoas dizendo que se ele gostasse da família e dos filhos para ele parar com denúncias, se não ele morreria. Falavam para não deixar o carro aberto, que iam colocar droga lá dentro para incriminar ele”, disse ao portal G1.

   
 
   
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