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Início > Últimas notícias > 10/02/2018 08:33
   
 

  Secretaria de Saúde encontra larvas do mosquito da dengue em bairros de Silvânia

Márcia Sousa
Da Redação Foto: Secretaria Municipal de Saúde

Na quinta-feira, 08 de fevereiro, foi realizado em Silvânia, um mutirão de combate à dengue. Profissionais da Secretaria de Saúde, bombeiros, voluntários e autoridades se uniram aos Agentes Comunitários de Saúde e Combate às Endemias para conscientizar a comunidade sobre os cuidados para evitar a proliferação do mosquito. 

Durante o mutião, foram encontradas larvas do mosquito transmissor dengue, o Aedes Aegypti, em cinco pontos diferentes da cidade: na divisa do bairro Jorge Barroso com o Centro; na Avenida Padre Leandro Caliman, no bairro Nossa Senhora de Fátima; na rua 09, do bairro Jorge Barroso; no Park Anchieta e na divisa do bairro Pedrinhas com o Park Anchieta.

Em entrevista ao Giro da Notícia de sexta-feira, 09, o secretário municipal de Saúde, André Calaça, disse que o fato é preocupante pois mostra que o mosquito pode estar presente no perímetro urbano do município. 

André explicou que um profissional da Secretaria de Saúde fará exames para confirmar se as larvas encontradas são mesmo do Aedes Aegypti. Se os exames forem positivos, será marcado um perímetro de 150 metros em todas as direções dentro da cidade. Neste perímetro, serão feitas coletas nas residências para verificar se o mosquito está presente.

O secretário também afirmou que os proprietários dos locais onde as larvas foram encontradas já estão notificados, e os focos foram eliminados. Agora, a Secretaria de Saúde irá intensificar as visitas nestes pontos da cidade.

André Calaça ressaltou que o auxílio da população é fundamental no combate ao mosquito da dengue. Por isso, é importante cada cidadão silvaniense cuidar da sua residência, não deixando utensílios que possam acumular água nos quintas, jardins e dentro da própria casa.

Aedes Aegypti

Aedes aegypti  é o mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela urbana. Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.

O macho, como de qualquer espécie, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amaduremento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos a superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. No momento da postura são brancos, mas logo se tornam negros e brilhantes.

Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos. Se forem postos por uma fêmea contaminada pelo vírus da dengue, ao completarem seu ciclo evolutivo, transmitirão a doença.

Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco menos de 30 minutos. Em um período que varia entre sete e nove dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito: ovo, larva, pupa e adubo.

O Aedes aegypti põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas dágua descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva. O mosquito pode procurar ainda criadouro naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores.

É um mosquito urbano, embora tenha sido encontrado na zona rural, onde foram levados em recipientes que continham ovos e larvas. Próprio das regiões tropical e subtropical, não resiste a baixas temperaturas presentes em altitudes elevadas.

Estudos demonstram que, uma vez infectada – e isso pode ocorrer numa única inseminação –, a fêmea transmitirá o vírus por toda a vida, havendo a possibilidade de, pelo menos, parte de suas descendentes já nascerem portadoras do vírus.

As fêmeas preferem o sangue humano como fonte de proteína ao de qualquer outro animal vertebrado. Atacam de manhãzinha ou ao entardecer. Sua saliva possui uma substância anestésica, que torna quase indolor a picada. Tanto a fêmea quanto os machos abrigam-se dentro das casas ou nos terrenos ao redor.

   
 
   
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