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Início > Últimas notícias > 19/03/2017 10:04
   
 

  Mulher assassinada a golpes de faca em Vianópolis

Correspondente Vianopolino
Da Redação Foto: Correspondente Vianopolino

Romilda de Jesus Pereira (foto), 34 anos, foi assassinada a golpes de faca nesta madrugada em Vianópolis. O crime aconteceu na Rua 19 de Agosto, no Bairro São José. O suspeito do assassinato é João Batista Barrozo de 32 anos, companheiro de Romilda.

Segundo um policial que esteve na cena do crime, tudo leva a crer que João Batista matou sua companheira e depois tentou suicidar-se. Ele, com perfurações no tórax, foi encontrado caído próximo ao corpo de Romilda.

A Polícia Militar foi acionada e chamou uma equipe do Samu de Silvânia que socorreu João Batista, levando-o inicialmente para o Hospital e Maternidade São Sebastião de Vianópolis.

Após ser atendido pelo médico plantonista, ele foi encaminhado para Goiânia, sendo que uma viatura da Polícia Militar de Vianópolis acompanhou a equipe do SAMU.

O corpo de Romilda de Jesus Pereira foi levado para o IML-Instituto Médico Legal de Anápolis.

Em menos de seis meses, este é o segundo caso de assassinato de uma mulher por seu companheiro em Vianópolis.

Em outubro último, Diego Henrique Lima assassinou Caillane Raquel Marinho em uma residência no Setor Santo Agostinho.


João Batista Barrozo (foto) está internado no HUGO(Hospital de Urgências de Goiânia) sob a escolta da Polícia Civil. Tão logo ganhe alta, será levado para a Unidade Prisional de Vianópolis.

Ele deverá ser indiciado pelo Delegado de Polícia de Vianópolis, Marcus Vinicius da Costa Júnior por homicídio duplamente qualificado e já enquadrado na Lei do Feminicídio, que foi sancionada em março de 2015, transformando o crime de gênero em hediondo, cuja pena varia de 12 a 30 anos de reclusão e deve ser cumprida necessariamente em regime fechado.

Em casos de feminicídio – quando o assassinato de uma mulher é motivado pelo gênero – a progressão de regime leva mais tempo do que no homicídio, em que a pena varia de 6 a 20 anos de reclusão.

A aplicação da norma se junta à lei Maria da Penha e às políticas criadas para prevenir e punir atentados, agressões e maus-tratos a mulheres.

   
 
   
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